Capipoint Coffee Business chega ao Rio de Janeiro e traz primeiro modelo de café de autosserviço do estado

Após 37 anos de carreira como gerente de T.I., Eduardo Marques planeja aposentadoria com negócios de autoatendimento


Aos 52 anos, o carioca Eduardo Marques começa a executar um plano antigo: construir a própria aposentadoria por meio de negócios de autosserviço. Desde os 15 anos, Eduardo trabalha no setor de T.I. e, após 37 anos na área — já ocupando o cargo de gerente —, começa a dar os primeiros passos para o seu projeto de aposentadoria ao se tornar franqueado de uma rede de lavanderias de autosserviço. Em 2026, ele consolidou os próximos passos e abriu o primeiro negócio de café inteligente do Rio de Janeiro, uma máquina da rede Capipoint Coffee Business. Localizada em Campo Grande, na capital fluminense, Eduardo instalou a sua unidade exatamente na academia em que treina. Em pouquíssimo tempo, já pensa em abrir um segundo ponto em outra academia da mesma rede.

"Estou muito feliz com a Capipoint Coffee Business porque ela me oferece toda uma estrutura para faturar de uma maneira prática e dinâmica, sendo uma excelente opção para uma renda extra e até mesmo para a renda principal. Sempre quis ter outras opções de aposentadoria além das tradicionais, e os modelos de negócio de autosserviço são um excelente caminho para isso. Sabemos o quanto é difícil administrar uma equipe. Negócios como o da Capipoint literalmente trabalham para você. É exigida muito pouca presença do investidor, mas, no meu caso, eu vou praticamente todos os dias. Ao inserir a máquina na academia em que treino, consigo unir o útil ao agradável, pois vou treinar, acompanho o meu negócio e isso só contribui para uma melhor qualidade de vida", comenta Eduardo Marques, proprietário da Capipoint Coffee Business no Rio de Janeiro.

Com unidades completamente autônomas, na prática, as unidades da Capipoint Coffee Business combinam qualidade — com receitas desenvolvidas por alguns dos melhores baristas do país — e tecnologia, permitindo que o próprio cliente se sirva. O modelo é ideal para locais de alto fluxo, como estacionamentos, centros empresariais, hospitais, estações e terminais, escolas e universidades, shoppings, cartórios, aeroportos e supermercados, entre outros. Entre as bebidas estão cappuccino, mocaccino, café carioca e café americano, além de chocolate quente, leite e opções personalizáveis com xaropes de caramelo, baunilha, avelã e até pipoca. Para que o investidor acompanhe à distância tudo o que está ocorrendo em sua unidade, a rede oferece uma plataforma de monitoramento em tempo real, na qual é possível verificar desde a falta de insumos e itens, como copos, até o faturamento diário da máquina.

Além disso, as máquinas da Capipoint Coffee Business possuem alta mobilidade. Ou seja, caso o investidor perceba que o local não está vendendo conforme as expectativas, é possível transferir a operação para outro ponto com facilidade. A marca foi criada por um grupo internacional que possui mais de 20 mil unidades no Brasil, e todo esse know-how foi transferido para as unidades brasileiras.

"Como gerente de T.I., meu DNA é voltado à automatização, portanto, considero justo trabalhar com negócios automatizados. Por outro lado, sempre fui apaixonado por café e é muito gratificante atuar nesse setor. Eu me encantei com toda a Capipoint, desde o layout e a experiência da marca no exterior até o sabor do café. No futuro, planejo instalar outras máquinas da Capipoint pela capital e também pelo interior do estado", conclui Eduardo.

Com investimento inicial de R$ 75 mil, a previsão média de retorno da Capipoint Coffee Business é de 10 a 18 meses, com faturamento médio mensal de R$ 12 mil e lucratividade de 40%.

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